domingo, 3 de agosto de 2008

Nem vem, Neném. Hoje não quero abraço apertado, beijo na boca demorado, muitos menos sentar no colo e brincar de subir emoção. Quero que rasgue minha pele e meta a língua nesse líquido quente que escorre. Não pense sacanagem, tarado. Falo de sangue, falo de vida, lambuza tudo, vai. Bem vampiresco, bem nojento, bem safado. Lambe daquele jeito, que prometo virar gatinha, miar baixinho e pedir beijinho.

M i a u u u u u u u u u....

Animal, vem todo irracional, vem!


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